sábado, 13 de novembro de 2010

Chineses planejam oa educação com o auxílio da EAD

A propósito da atual experiência brasileira com a UAB e com o eTEC Brasil, proponho a leitura do texto abaixo que apresenta uma reflexão sobre o desenvolviemnto da EAD na China.

Experts call to speed up China's distance education

China should push to advance distance education, which still lags far behind developed countries, experts said here Thursday at the opening ceremony of the China International Distance Education Conference 2010.

Zhang Yaoxue, academician with the Chinese Academy of Engineering, said China's distance education faces five challenges in comparison with its foreign counterparts: low quality of content, inconvenience of Internet access, unclear motive of development, low level of service, lack of policy support.

"We should speed up China's distance education to meet the increasingly diversified demands of the people," Zhang said.

China began to develop distance education in the early 1980s, shortly after the country adopted the reform and opening-up policy. The original examples of China's distance education were by radio and TV broadcasting.

According to Zhang, China should improve the quality of distance education courses by making the multi-media methods more accessible and diversified, and push forward resource sharing among domestic and international distance education institutes.

"The government should pour more money into building a 'learning supermarket', from which different schools and individuals may find useful tools and knowledge," Zhang said.

Yang Zhijian, president of the Open University of China (OUC), said the OUC, over the past 30 years since its founding, had been dedicated to develop a national open university with its teaching resources, sharing with 44 province-level radio and TV universities.

"By offering both degree-oriented and non-degree-oriented distance education, the open education system has cultivated tens of millions of personnel that meets the grass-root demand of local society," Yang said.

As of 2006, 67 universities in 31 Chinese province-level regions have launched distance education services.

However, Yang said a lot of work needs to be done to build a better open university. "We should reform our teaching methods into a career-oriented style, and establish a 'credit-bank' system by which students can earn and accumulate credits to provide a more flexible education."

Additionally, the population of school-age students in China will decrease by 36 million within the next ten years, and that will make higher education institutes develop more diversified teaching resources to attract students, and distance education may certainly play a more important role by then, said Tan Songhua, vice-president of the Chinese Society of Education,

In a ten-year outline on China' s education reform and development issued earlier this year, China said it would build a life-long learning society by the end of 2020.


Fonte: English.news.cn (11 de novembro de 2010) - Texto adapatado para fins didáticos

Postado em 13 de novembro de 2010 por João José Saraiva da Fonseca

Mídia-educação

O professor da Universidade Católica de Milão, Pier Cesare Rivotella, apresenta um interessante conceito: Mídia-educação, em entrevista ao o jornalista Marcus Tavares, do site Rio Midia. Da entrevista retirei as afirmações que considerei mais interessantes.

O autor propõe como conceito para Mídia-educação:

É um campo de pesquisa e intervenção relativamente novo e bastante abrangente. Tem o objetivo de promover uma educação com a mídia, por meio dela e sobre ela, levando em conta as implicações deste processo no dia-a-dia da sociedade e como esta própria sociedade interpreta esta influência. Antigamente, o binômio mídia-educação era entendido apenas como um movimento que incentivava o uso dos aparatos tecnológicos (da mídia) no cotidiano escolar. Hoje, o conceito é outro, evoluiu. Mídia-educação é muito mais do que isso: é um campo de pesquisa e de ação que ultrapassa os muros da escola e que, portanto, merece estudo e atenção.

O mídia-educador deve saber trabalhar com a comunicação e deve ter também conhecimentos da área educacional. Não se trata de um técnico da área, um especialista, mas de uma pessoa que conhece os meandros das duas áreas (comunicação e educação) e que sabe dialogar com todos os profissionais envolvidos em um processo de produção de mídia - agindo como um coordenador.

O mídia-educador é mais amplo do que o chamado Educomunicador, difundido no Brasil pela Universidade de São Paulo, por meio do professor Ismar de Oliveira. Educomunicador é aquele que trabalha com a mídia na educação, na escola. Hoje, todos os educadores precisam ser educomunicadores, afinal é praticamente impossível trabalhar na escola sem articulá-la com a mídia.

O mídia-educador, não é um profissional que trabalha, prioritariamente na escola. Contudo, além das escolas, o mercado de trabalho carece deste profissional, seja nas empresas de comunicação, nas produtoras, nas agências de publicidade ou nos sets de filmagens. Atualmente, as empresas de mídia têm apenas uma visão mercadológica e comercial de seus produtos.

O mídia-educado é um profissional que está apto a trabalhar nas empresas de comunicação, gerenciando e supervisionando as produções de acordo com os interesses da sociedade e os direitos das crianças e dos adolescentes.

O Educomunicador, o mídia comunicador são duas figuras muito importantes que se complementam, mas diferentes. Neste campo, podemos ainda identificar um terceiro profissional: o chamado educador de multimeios, que tem o objetivo apenas de alfabetizar a criança ou o adolescente no mundo eletrônico.

A apresentação abaixo, sintetiza algumas das idéias do autor:


Postado em 13 de novembro de 2010 por Joao Jose Saraiva da Fonseca

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Como elaborar questões de múltiplas escolha

Algumas preocupação devem ser seguidas quando se elaborar múltipla escolha.



Nota: Documento de estudo. Não tive preocupacao de anotar as referencias blibliograficas.

Postado por João José Saraiva da Fonseca em 8 de novembro de 2010

Aprendizagem do aluno em Educação a Distância

Como decorre a aprendizagem de um aluno a distância? Que preocupações ter quando se estuda a distância?

O papel do aluno é um elemento essencial nos processos de formação em rede. Desejando promover uma reflexão sobre quais os pressupostos essenciais a que devem estar atentas as instituições que promovem os cursos a distância, no que diz respeito à aprendizagem do aluno, proponho que analisem:
- o papel do aluno enquanto elemento das variáveis críticas da formação em rede;
- as preocupações que deverão estar subjacentes no estudo a distância.














Variables críticas de la formación en red. (Cabrero, 2006)


Como estudar a distância?

Introdução

Cuando se decide ser estudiante a distancia, la primera impresión pareciera como ir a vivir a uma isla desierta, donde la soledad es nuestra única compañera. Acostumbrados a los estudios tradicionales, cuyos elementos implicaban; estar en un aula, el maestro “transmitía” sus amplios conocimientos, se hacían tareas, se presentaban exámenes, se recibían calificaciones con la aprobación o no del curso. Es ahora cuando se emprende el vuelo en un proceso de aprendizaje a distancia con elementos parecidos, pero con grandes variantes que presento a continuación.














1. MOTIVACIÓN

A diferencia de otras ocasiones, el interés por estudiar es personal: una motivación intrínseca em donde nadie obliga a estudiar. Por lo tanto la motivación no depende de otros factores externos, como los maestros o compañeros; tampoco proviene de nuestros papás, quienes nos inscribían, compraban materiales y nos llevaban a la escuela.

Ahora, se estudia por nuestra propia iniciativa, nuestra atención se dirigirá a lo que nos interesa o sentimos que necesitamos; nos concentraremos más y podremos producir aprendizajes significativos, justamente por la autodirección que inicia de lo que ya sabemos y lo que queremos saber.

2. ESPACIO:

El lugar para estudiar ya no es la escuela, sino nuestra casa o el lugar que destinemos para eso; no escuchamos físicamente al maestro, sino a diversos autores de las lecturas que hacemos e indagamos, siguiendo las directrices de los materiales didácticos; el medio de comunicación es a nuestra elección: correo electrónico, teléfono, comunicación impresa o en línea.

3. CONTROL

El control de nuestro estudio no está en manos de un maestro: ahora no sólo somos los actores principales, sino los administradores, controladores, planeadores y ejecutores de nuestro aprendizaje, que está centrado en cada uno de nosotros; fijamos nuestras propias metas, ritmos y procedimientos. El nombre de “maestro” se cambia por “asesor” y “facilitador”, entendiendo que él no nos enseña, sino que nos acompaña en nuestro proceso de aprendizaje; luego entonces, nosotros no somos “alumnos”, sino “estudiantes”.

4. PERFIL

Una de las ventajas de ser adultos es nuestra experiencia e inserción al campo laboral; el estúdio nos llevará de la teoría a la práctica, en un ir y venir. En esa interrelación aplicaremos aquello que estamos estudiando, ayudando a mejorar nuestro quehacer. Por otra parte, el estar laborando limita nuestros tiempos para el estudio, por lo que necesitamos organizarnos de tal manera que administremos de la mejor manera nuestros horarios. Entre los mitos que existen en el tema de la educación a distancia, destaca la creencia de que El estudio es para los tiempos libres, cuando estemos sin otra cosa qué hacer. Visto así, tenemos poços espacios desocupados, ya que siempre habrá algo por hacer; es necesaria autodisciplina y responsabilidad para asignarnos días y horas que destinaremos al estudio independiente, de la misma manera en que haríamos cuando tomamos clases presenciales, en donde sabemos que entramos y salimos a una hora determinada y apartamos ese horario para tal fin.


5. MATERIALES Y MÉTODOS

Los materiales didácticos en la educación a distancia están diseñados precisamente para el estúdio independiente; los estudiantes damos seguimiento al diseño instruccional, que, combinado con El método de estudio personal, nos permite construir nuestro proceso de apropiación de contenidos y saberes.

Entendiendo que cada estudiante construye su método, éste marcará las actividades, selección de estrategias de aprendizaje, procesos, normas, reglas, procedimientos y condiciones personales que se adaptarán a los particulares estilos de aprendizaje y a cada etapa y contenidos. De esta forma también se evalúan los logros y desempeños de una manera autoevaluativa.

Las interacciones con otros compañeros son muy necesarias, ya que el aprendizaje es social, aprendemos con otros y de otros. Algunos medios propician más las interacciones como son los cursos en línea, en donde el trabajo en equipo, los foros de discusión, los foros de exhibición, el Chat y los correos electrónicos permitirán una comunidad de aprendizaje en donde hay posibilidades de colaboración, de humanizar el ambiente y de encontrar un sentido de pertenencia e identificación.

6. ROL

Aprender a aprender a distancia lleva tiempo; nos significa reconocer nuestros estilos de aprendizaje, ser gestores activos de nuestros procesos orientados a metas, con plazos trazados, y descubrir nuevas formas y medios de interacción con nuestro asesor, nuestros compañeros, los contenidos y con uno mismo.

Nuestros rasgos como estudiantes a distancia son perfilados con base en nuestra motivación, perserverancia, cumplimiento de metas y nuestra sistematización del estudio, los hábitos de lectura, actitudes dinámicas, flexibles, críticas, selectivas y todo lo que implica ser un Autodidacta.

La autogestión también implicará la metacognición, saber reconocer qué aprendí, cómo lo aprendí y de qué me va a servir personal y profesionalmente.

El rol activo del estudiante a distancia implica hacer una planificación previa de las actividades a realizar, acordes con los contenidos, objetivos y tiempo que queremos destinar para abordarlos. De esta forma, nuestras aproximaciones a los materiales de estudio, dependiendo del medio estarán planificadas y reforzadas con las interacciones con otros compañeros que tienen intereses y objetivos comunes.

7. TIEMPOS

Cuando estudiábamos en forma presencial, sabíamos cuándo iniciaba o terminaba un semestre; ahora nosotros fijamos nuestros tiempos y ritmos: sabemos que, a pesar de estar en un programa abierto em tiempos y flexible en la temporalidad de entrega y culminación de nuestros productos y módulos, La administración y gestión de este programa académico, dada su naturaleza, existen tiempos máximos permitidos para cada módulo a los que finalmente nos tenemos que sujetar.

Una de las ventajas de la educación a distancia es el manejo del tiempo en una forma asincrónica, esto quiere decir que se puede trabajar, incluso interactuar en diferentes horarios al del asesor y de los compañeros. De esta forma la comunicación a pesar de no ser simultánea en tiempo, puede fluir de una forma continua, cercana y efectiva.

8. COMUNICACIÓN:

La interacción que tenemos con otros compañeros se puede por varias vías, la plataforma nos da espacios para interactuar con más compañeros del curso. Esta interacción nos sirve para aprender de otros y con otros, acompañarnos y construir juntos el proceso de apropiación Del conocimiento, tanto individual como grupal.
La interacción con más contenidos la tenemos a través de Internet, en donde tenemos acceso a um número ilimitado de información que seleccionamos de acuerdo a nuestras necesidades y búsquedas.


Conclusión:

El perfil del estudiante a distancia requiere capacidades para autodirigirse, tomar decisiones por sí mismo, trabajar a su ritmo y decidir cuándo requiere el apoyo del asesor; la autogestión y autorresponsabilidad son elementos básicos en el estudiante a distancia, ya que éste establece sus metas y objetivos. Las relaciones que establece no son lineales, dada la variada interacción de contenidos con el asesor y sus compañeros, en donde la participación activa permitirá un aprendizaje colaborativo y significativo.

Referências:
Cabero, Bases Pedagogicas del E-learning. Revista deUniversidad y Sociedad del Conocimiento, 2006
Lista de discussão: [CUED-L]

Elaborado e postado por João José Saraiva da Fonseca em 8 de novembro de 2010

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Cenários para a análise das tecnologias

Edith Litwin publicou na Revista Pátio Nº 44 (2007 - 2008) um artigo em que apresenta 4º cenários para a análise das tecnologias na educação


Apresentamos aqui um versão reduzida das principais idéias da autora sobre cada um dos cenários. Em qualquer deles deverá ser recohecida a necessidade de uma articulação entre a tríade formada pelo docente, pelos alunos e pelo conteúdo. O texto inicial foi adaptado para fins didáticos.


o CENÁRIO DA AJUDA

Nas primeiras práticas que incluíram as tecnologias nas salas de aula, os(as) docentes entendiam que a utilização destas lhes proporcionava ajuda diante das difíceis questões da compreensão e das difíceis questões de ensino, ajuda que se manifestava também no fato de que as tecnologias solucionavam um problema com-plexo: como reter o interesse dos alunos. A tecnologia, nesses casos, parecia funcionar como um talismã para garantir o êxito da aprendiza¬gem dos alunos. Esse cenário geralmente é recriado a cada inovação tecnológica, visto que as crenças em torno dos efeitos de seu uso ressurgem toda vez que aparece uma nova tecnologia.


O CENÁRIO OTIMISTA

O segundo cenário, que revela os usos e as idéias dos docentes no momento de utilizar as tecnologias, con-figura-se como otimista. Era construído a partir do reconhecimento do valor dos meios de comunicação de massa para a introdução dos temas, fossem ou não curriculares. Em síntese, trata-se de um cenário em que se reconhece e se valoriza o poder das mídias de massa, vistas como colaboradoras do professor, na medida em que favorecem a cognição.


o CENÁRIO DA PRODUÇÃO

O terceiro cenário está centrado no valor de produzir conteúdo para as mídias. O propósito é criar mensagens e propostas inovadoras, visto que, na maioria dos casos, a inovação fica muito restrita à utilização de uma mídia no ensino. Assim, tratou-se de idealizar e produzir vídeos, de implementar propostas com uso do rádio, de desen¬volver programas de jornalistas nas salas de aula nos diferentes níveis do ensino, de criar jornais em papel e em suporte digital, etc.


O CENÁRIO PROBLEMATIZADOR

Na cultura multimídia, as linguagens audiovisuais mostram um mundo fragmentado e veloz que desata novos traços cognitivos: pensamento atomizado, não-relacional, não-explicativo, não-argumentativo, sem hierarquia semântica; traços cognitivos totalmente opostos aos que a educação sistemática pretende desenvolver em qualquer nível do ensino. Eles são também dilemáticos: cenários em que as crianças e os jovens manejam as novas tecnologias melhor do que muitos de seus docentes, especialmente nos níveis inferiores do ensino, e a possibilidade de recorrer a um imenso caudal de informações ao alcance dos usuários, mas em que é preciso estabelecer critérios de validação constante para que isso seja possível.



Postado em 5 de novembro de 2010 por João José Saraiva da Fonseca