segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Justiça manda Anhanguera suspender cursos à distância

Depois da UNITINS que de debate morimbunda na justiça para reaver seu credenciamento, a Anhanguera surge falada nos jornais a respeito da qualidade dos seus cursos na modalidade de EAD. Parece que o MEC tem razão sobre a necessidade de supervisão.


Justiça manda Anhanguera suspender cursos à distância


Após ação civil movida pelo Ministério Público Federal, a 15ª Vara da Justiça Federal de São Paulo concedeu liminar obrigando a Anhanguera Educacional S/A cursos a distância que estariam supostamente irregulares.

Além disso, terá que veicular contrapropaganda sobre a modalidade de ensino utilizada, segundo reportagem publicada pelo jornal o Estado de São Paulo.

Por meio de nota a Anhanguera informou que vai recorrer da decisão, que a liminar "ocorreu sem que a instituição tivesse oportunidade de se manifestar" e que a Uniderp está "devidamente credenciada pelo MEC".

Já o MPF alegou na ação que cursos a distância estariam sem autorização no Ministério da Educação. "Eles criaram uma modalidade de ensino que não existe. Estão oferecendo cursos presenciais quando, na verdade, se trata de ensino a distância. Isso ocorreu em cerca de dez cidades", disse ao Estado de São Paulo o advogado Dave Prada, especializado em Direito Educacional.

As denúncias partiram dos estudantes durante oito meses. Uma das instituições investigadas é a Universidade Para o Desenvolvimento do Estado da Região do Pantanal, em Campo Grande, comprada pelo grupo em 2007. Segundo o advogado, sem saber, os alunos estariam cursando a Uniderp, de Mato Grosso do Sul, a partir de um dos polos de ensino a distância da Anhanguera.

Procurado por acadêmicos, recentemente o Campo Grande News mostrou a situação crítica dos alunos que são obrigados a assistir aulas em salas superlotadas e muitas vezes em pé. Um vídeo gravado por acadêmico comprova a denúncia. Após a divulgação vários outros alunos se manifestaram

Fonte: Campogrande.news

Postado em 24 de agosto de 2009 por Joao Jose Saraiva da Fonseca

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